Último fôlego

Com gelo, gelado está o meu coração,

Sem nada demais, com tudo por decidir,

Nem pula, nem bombeia, nem tem palpitação,

Preso, encurralado sem saber para onde ir.

Custa tanto quando chegamos aqui,

Não tendo direções para nos guiar,

Chegamos ao fim do precipício

E agora voltar ou atirar?

Segue-se em frente

Até ao chão ou céu chegar

Porque decidir, porque lutar?

Quando podemos enfim descansar!

Espera, isso não está certo,

Custa mas a vida tem mais valor

Do que a morte fria

Solitária sem amor.

Vive, volte, espere e lute.

Valerá sempre a pena.

Patrícia Vila Nova, 16/11/17

 

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